Dubai para crianças

Fui para Dubai 5 anos atrás. Quando decidimos que pararíamos lá na volta da Tailandia, já sabia que haveria bastante programas legais para fazer com crianças. Dubai tem o maior shopping, o maior aguario, o maior prédio, o maior elevador, pista de esqui na neve onde é preciso usar roupas de frio quando lá fora está quase 40ºC.


Acho que para o Pedro foi quase como ir para a Disney, claro que não existe a magia dos pesonagens e do reino encantado, mas ele se divertiu muito!!!

Já no primeiro dia fomos dar uma volta de ônibus double-deck (que ele adorou), ele foi na pista de esqui na neve (com capaete, luvas e roupa especial) e fizemos rally no deserto! O rally é feito por um 4×4 bem equipado e decidimos levar a Luiza junto. o passeio é um equivalente a andar de bugue nas dunas no nordeste, com emoção. Um pouco mais seguro porque o carro é fechado. A Luiza foi na adeirinha infantil, e é claro que não deixou de dar a dormindinha da tarde, mesmo com as subidas e descidas vertiginosas.
O Pedro não acreditava! quando paramos para ver o por-de-sol no deserto ele confessou:
– É muito mais legal do que eu imaginei!!

O trajeto termina numa acampaento com comidas típias, passeio de camelo e dança do ventre. É um programa turístico, mas muito legal.

No dia seguinte fomos no maior prédio do mundo, que tinha recem inaugurado. Ele se chama Burj Khalifa (se chamava Burj Dubai até poucos meses atrás, mas mudou de nome na última hora pois o Sheik Khalifa ajudou a financiar o fim da obra). Pegamos o elevador mais rápido do mundo para chegar no 124º andar. A vista é incrível! Na base do Burj Khalifa fica o maior shopping do mundo, o Dubai Mall. A área infantil é cheia de atrações e o Pedro escolheu ir no parque da Sega. O Pedro adorou, o Nuno passou mal num dos brinquedos. Coisas de pai. Eu estava do lado de fora com a Luiza.

No último dia fomos num dos parques é aquáticos, o Wild Wadi. Ele fica no pé do Burj Al Arab, auqle hotel em forma de vela dde barco, considerado 7 estrelas.. O parque estava bem vazio por ser inverno.

O diferencial dele é que ao invés de descermos em tobogas, nós subimos, pois um jato de água super forte nos leva para cima. é bem bacana!

ADIVINHA QUEM ESTÁ DORMINDO?

PAra mim, uma das partes mais legais de Dubai, é a região de Dubai Creek, uma das úncias área que não foi “montada”. Os shoppings, aquários, parques, hotéis são impressionantes, mas Dubai Creek é mais autêntico. Para atravessar o creek usamos um “barco-taxi”, do outro lado fica o Spice Market, e o Gold Souk. Dois lugares que valem a pena conhecer.

A Luiza aproveitou para dar uma dormidinha!

Bangkok para crianças

Bangkok, assim como toda a Tailandia, é super child-friendly. As crianças são super bem tratadas nos hotéis, restaurantes e bem recebidas nos templos, shoppings e locais turísticos em geral. Mas também devo admitir que foi a parte mais pesada para o Pedro e para a Luiza. Não sei se eu teria feito alguma coisa diferente, e não quer dizer que não foi uma delícia, mas em compração com as outras cidades, o ritmo não era tão infantil.

Mas, de forma geral, todos são ultra baby freaks e falavam tanto com aquela vozinha nazalizada com a Luiza que ela já tava quase falando tailandês.

Como a Gi voltou para Londres, o Pedro passou para o quarto do Gui e da Bibi. Ele adorou, é claro. E se apaixonou pelo Muay Thay. Comprou camiseta, acessorios, luva e foi até ver uma luta ao vivo no legendário Lumpini Stadium. O Gui virou um quase super herói para ele.

Continuamos nos divertindo muito nos tuk-tuk, agora com muito mais emoção já que Bangkok tem uns 11 milhões de habitantes e um trânsito digno de São Paulo. Nos divertiamos também no skytrain (que era quase na porta do nosso hotel, o Heritage), no barco-taxi, no metro. Só dos taxis ninguém gostava. Aliás, a Luiza chorava e se retorcia cada vez que a gente entrava num taxi. Será que ela não gosta das cores?

O templo que fica no Gran Palace é indescritível, mas fazia muito calor. Como não lia o guia com atenção, e estava usando regata e bermuda, fui obrigada a alugar roupas para me cobrir. O calor ficou quase insuportável.

Quando eu não achava mais que podia me supreender com um templo, atravessamos o Chao Phraya River num barco taxi e chegamos no Wat Arun. Ele é um templo budista tão ingrime que chega a dar medo de subir. A vista lá de cima é linda!

Comemos bem em vários restaurante super legais (os melhores foram o EAT ME RESTAURANT e o BLUE ELEPHANT) e dormimos super bem. Nosso quarto no Heritage era enorme e muito gostoso, no rooftop ainda tinha uma piscina linda com vista para Bangkok.

No ultimo dia demos folga pras crianças e ficamos num espaço infantil no Siam Paragon (o shopping do áquario do primeiro dia de viagem) ele adorou e a Luiza também.

Sukhothai na visão do Pedro

Quando o dia em Sukhothai terminou o Pedro veio falar comigo. Ele parecia emocionado, e me disse: “Mãe eu estou sentindo um coisa muito grande, que eu não consigo explicar, estou sentindo uma coisa muito diferente.”
Eu não sabia o que ele estava tentando me falar, e tentei ajudar ele a descrever, perguntei se o “diferente” era bom ou ruim?
E ele disse: “Não sei mãe, porque eu nunca tinha sentido isto antes”

Coisas de mae

Mãe é louca né? Desde que fica grávida… dizem que são os hormonios. As vezes fica louca do bem, as vezes fica louca-louca. Esta semana eu fiquei louca-engraçada.
As aulas do Pedro começam semana que vem, e eu tava MUITO curiosa para saber em que turma ele ia ficar (estou falando da turma de um menino de 6 anos). Muito mais curiosa do que ele, imagino. Afinal, provavelmente ele nem tenha dimensão de como é legal ficar com a mesma turma por muitos anos. Na terça, as listas com as listas das turmas foram colocadas no corredor do Anjo. Como eu sabia que provavelmente iriam dividir a turma dele, não me aguentei, depois do almoço dei uma passadinha na escola dele (que fica num lugar super fácil de estacionar à uma da tarde) pra ver como ficaram as turma do 2º ano!
A maioria dos amiguinhos (a Nina, a Bela, o Pedro A., o Lucca) ficou na mesma turma, ufa!!!!

Coisas de mãe.

Sukhothai: O dia mais legal da viagem

Numa viagem é difícil dizer qual o dia mais legal, em cada um há uma descoberta, uma paisagem, uma situação diferente. Mas este dia vai ser impossível esquecer!

Sukhothai é a antiga capital da Thailandia, hoje só restam ruínas. Queríamos muito conhecer, mas fica meio fora de mão, pois não é nem perto de Chiang Mai, nem de Bangkok. Nosso plano original era ir de trem de uma cidade para outra, mas o trem também não parava em Sukhothai.
Acabamos pegando uma van enorme onde couberam nós todos e mais nossas enorme quantidade de malas (que só crescia) para poder parar lá.
Uma das melhores maneiras de conhecer as ruínas da cidade antiga é de bicicleta: cada um pegou uma (inclusive o Pedro) e a Luiza ficou na cadeirinha. Foi maravilhoso. O dia estava meio nublado e aos poucos foi abrindo um sol lindo, passamos o dia pedalando entre budas sem cabeça e com unhas douradas, com o ventinho batendo no rosto! No final, a Luiza estava quase dormindo sentada! Tomara que eu nunca esqueça a sensação!
Pra terminar o dia encontramos um hotel super charmoso e ainda fizemos uma super massagem tailandesa!

as mulheres pescoçudas


Perto de Chiang Mai fica a tríplice fronteira da Tailancia, Myanmar e Laos. Há diversas excurões que saem da cidade, para visitar as tribos das montanhas, no entando são trajetos longos e difíceis. Queriamos visitar as mulheres pescoçudas e acabamos indo numa cooperativa onde moram integrantes de algumas tribos. É uma estrutura muito organizada (e turístico), lá podemos ver como eles vivem, como eles plantam e tem até um pequena sala de aula. Na parte mais alta da cooperativa, fica uma pequena igreja católica e as casas das mulheres pescoçudas, (que também são conhecidas por birmanesas, embora a Birmania hoje se chame Myamar). As mulheres começaram a usar estes anéis para se proteger de um ataque dos tigres, mais tarde eles viraram um símbolo de beleza.