Primeira Semana de aula: conquistas e desafios

Hoje faz uma semana que a Luiza foi pra escolinha. Achei melhor não cantar vitória antes da hora. A adaptação na escola tem sido super bacana. Ela demonstra se sentir super à vontade. Chega e já quer pendurar a mochilinha, procura uma cadeirinha para sentar. Se enturma rápido, até “briga” por brinquedos. Conta as novidades da escola super animada.

Sei que muitos fatores contaram a favor desta semana de adaptação. Antes de deixarmos ela na escola, deixamos o Pedro na escola dele, Ou seja, a escola dela está super inserida num ritual familiar, do qual, agora, ela faz parte. Na hora de ir embora, a mesma coisa.

Além disto ,a professora dela é a mesma professora que o Pedro teve no maternal, na mesma escola. Eu me sinto super segura, e claro, devo passar isto para ela.

Em resumo, tudo indo super bem. Na escola.

Convenhamos, na vida de de uma criança que tem 2 anos, esta mudança de rotina é muito grande e significativa. Se ela não manisfesta nenhuma insegurança na escola, nenhuma fragilidade, nenhum estranhamento, em algum lugar, ela precisa manisfestar, certo?

Certo. Pelo menos no caso dela.

Desde que começou a escola ela esta toda sensivelzinha em casa, comigo, agarradinha, e tem chorado a noite. Coisa que não é do estilo dela. Ontem foi o ápice: se recusou a dormir, chorava, gemia, se contorcia. Ela dorme entre 8h e 9h da noite, ontem, ela dormiu quase 23hs da noite. Claro que fiquei insegura, quem não ficaria???

Hoje quando sai de casa ela ainda estava dormindo. Deve estar recuperando as energias!!!

Eu sei que vai ficar tudo bem. Mas não é fácil ver ela assim.

Vambora para Buenos Aires com as crianças?

Para quem ainda não viu no blog da Carol, da , da Vanessa, da Alexandra, no 1001 Roteirinhos, no Eu Viajo com Meus Filhos, ou no blog da N Magazine, domingo que vem, dia 20 de fevereiro, será lançado mais um guia super bacana para pais que, como eu, amam viajar e adoram levar seus filhos junto. O guia Buenos Aires com Crianças – Aventurinhas na Terra do Dulce de Leche foi escrito pela jornalista Fernanda Paraguassu, autora do blog  Buenos Aires para Niños, que deu origem ao livro.

A Fernanda é carioca descobriu cada cantinho de Buenos Aires porque morou lá. Ela vai estar no lançamento autografando os livros na Livraria Travessa do Leblon, a partir das 16hs!

Eu já fui para Buenos Aires com o Pedro quando descobri que estava grávida da Luiza, o Pedro tinha 4 anos. Fomos no zoologico, passeamos muito e ele adorou andar de metro. Agora estou morrendo de vontade de ir de novo.

O Cisne Negro e o Aprendizado infantil

Quinta passada fomos assistir O Cisne Negro. Eu amei o filme e achei a a atuação da Natalie Portman maravilihosa. Mas o que eu achei ou deixei de achar não vem ao caso. No dia seguinte, sexta-feira, estavamos almoçando todos juntos e o Nuno estava assobiando o tema do filme. O Pedro quis saber que música era aquela. O Nuno explicou que era do balé O Lago dos Cisnes e que ele estava com a música na cabeça porque a gente tinha ido ver o filme na noite passada.

Ele se interessou e quis saber mais sobre a história do cisne negro e do cisne branco e acabamos contanto a história da peça.

Era seu último dia de férias e à tarde ele assistiu “Meu Malvado Favorito“. À noite, quando cheguei em casa, ele veio me contar todo empolgado que a personagem do filme dança balé e a apresentação da qual ela participa é justamente O Lago dos Cisnes.

 

Mais uma vez queria morrer de orgulho do meu filho. Adorei ser mãe naquele momento, adorei saber que as coisas que a gente conta, que a gente ensina, realmente entram na cabecinha deles e vão formando um enoooorme repertório que um dia, em algum momento, eles vão usar.

Pepino!?!

De uns tempos pra ca, a Luiza tem uma mania muito engraçada: ela responde “pepino”para perguntas aleatórias. Funciona mais ou menos assim:

– Lu, o que você tá fazendo?

– Pepino!

– Como assim Lu?

– Pepino Enrolado

– !?!

Já perguntamos quem mais faz pepino, onde ela aprendeu a fazer pepino, se ela gosta de pepino, e nada esclareceu muito. As vezes, ela nos traz algo imaginário e nos oferece:

– (Quer) um pepino?

Já escutei ela murmurando baixinho enquanto brinca:

– Fazendo pepino…

Já tentamos investigar, saber mais, mas o assunto sempre termina de maneira estranha:

– O que você tá fazendo?

– Fazendo pepino.

– Pepino?

– É. Pepino de calabresa.

Isto me lembra muito uma piada que meu pai contava pra gente e as crianças adoravam do fanho que entra na farmácia e pede fofoinha.