Meu pequeno chacreirinho

O tipinho do meus filhos… sábado fui num casamento as 4 da tarde (muuuuuito legal, diga-se de passagem) e as crianças ficaram com meus pais na chácara. No meio do casamento recebi este vídeo… dá uma olhada se as crianças  e os adultos) não estavam se divertindo horrrrrores!

PS Já vou avisando, segurar coelho pela orelha não machuca o animalzinho!!

Lançamento Buenos Aires com Crianças na Bisbilhoteca

Luli desfilando de saruel Mamma Mini

Sábado passado, aconteceu na Bisbilhoteca, em Curitiba, o lançamento do guia Buenos Aires com Crianças. A Fer Paraguassu não pode vir, mas a ilustradora, Eve Ferretti, estava por lá dando autografos e explicando o processo criativo das ilustrações. Na verdade, todas elas foram feitas em telas, que foram fotografadas, para entrar no livro. Para exposição, as telas foram emolduradas. A Eve ainda fez “varais” com os desenhos que ela fez antes de pipntar as telas… muito bacana mesmo!


As crianças, como sempre se divertiram muito.

Ótima desculpa para encontrar as amigas!

Ufa

Depois de virus atrás de virus, choradeira na hora de ir pra escola, viagem e minha vez de ficar capenga (a sinusite veio com tudo)…

 

… depois de eu ter quase duvidado que um dia as coisas voltariam ao normal…

 

… depois de quase ter perdido as esperanças…

 

…hoje, fez sol. A Luiza acordou feliz, soltou da minha mão quando chegou na escola e nem olhou pra tras.

 

Ufa.

 

 

 

Cape Town para crianças – Africa do sul

Uma cidade onde todos são gentis e sorridentes não podia decepcionar em relação ao tratamento com as crianças: Cape Town (Cidade do Cabo) é cheia de mimos para os pquenos!

Começou no avião: fomos para Africa do Sul de South Africa Airlines, quando vi que a cia áerea tinha um kit para crianças, pedi 2, um para o Pedro e um para a Luiza e eles trouxeram na hora.

A cidade tem vários parquinhos e muitos restaurantes tem menu kids. Os aeroportos e os banheiros tem trocador, e nos supermercados foi super fácil achar leites em pó, fórmula e papinha.

Pontos Turísticos

No Victoria and Albert Waterfront, o porto que fica no pé da Table Mountain, há um shopping com banheiros equipados, lojas infantis, restaurantes e o Two Oceans Aquarium.

O Jardim Botânico, Kirstenbosch National Botanical Garden, é lindo e fica atrás da Table Mountain. O dia estava bem feinho quando fomos lá, mesmoa ssim havia diversas famílias brincando e fazendo picnic no gramado.

Os animais

Capetown não é o local indicado para safaris e para ver os BIG 5 (BIG FIVE são os cinco grandes mamíferos encontrados na Africa: Leão, leopardo, elefante, bufalo e rinoceronte) na verdade, até existem, mas eu acredito que ir num safari perto da Cidade do Cabo é mais ou menos equivalente a ir a um zoologico no Brasil. No entanto, vimos diversos animais bem diferentes do que encontramos por aqui. No caminho do Cabo da Boa Esperança, por exemplo, é possível ver MUITOS babuínos na beira da estrada. (Não éa conselhado brincar com eles pois eles podem ser agressivos).

O dassie (pamen!) é um parente próximo do elefante e adora tomar banho de sol!

Na volta do passeio, demos uma parada na cidadezinha de Boulders, onde há uma reserva de pinguins. Não chegamos a entrar na reserva, mas mesmo assim pudemos ver os bichinhos e seus ninhos.

As praias

Outro programa perfeitos para famílias com crianças são as praias, a areia é branca e o mar transparente! O único detalhe é que a água é MUITO fria!

A região dos vinhedos

Tivemos uma surpresa agradável na região dos vinhedos, além da maioria, ser encantador para adultos, ainda há uma estrutura simpática para as crianças. O La Motte (Franschhoek Main Road) é um dos mais sofisticados e, além de menu kids, conta com um jogo de xadrez gigante e uma área, embaixo das árevores para as crianças brincarem.

A cidade de Stellenbosh é toda bonitinha e também tem muitos cafés e lojinhas simpáticas. Para as crianças, a principal atração é o museu das miniaturas.

Stellenbosch Toy and Miniature Museum

Market Street (Behind Visitors’ Bureau)

A culpa é de quem?

Há um mês atrás fui para o Rio. Fui num dia e voltei no outro. A viagem era a trabalho, mas tenho que admitir que me diverti muito, fui em ótimos restaurantes e conversei com gente bacana. Quando voltei, a Luiza estava com febre (em até o post do Nuno, feito na blogagem coletiva, aqui sobre isto. Entrei naquela rotina de remédio de tantas em tantas horas, observar os sintomas, corre corre porque conseguiu um encaixe com o pediatra, homeopatia x halopatia. A virose acabou virando infecção, noites mal dormidas, etc, etc.

Enfim… algumas semanas depois, chegou o carnaval. E eu estavam vcom viagem marcada: fui para Cape Town, SEM AS CRIANÇAS. Eles ficaram super bem, ela sem febre (já tinha tomado 10 dias de antibiótico),  foram no carnaval do clube com os tios, andaram a cavalo, andaram de skate, se divertiram (e eu, do outro lado do oceano também, e muito).

 

Quando eu voltei, voltou a febre. Novos sintomas, novas noites, nova ligação para o pediatra, novos remedinhos. 5 dias depois vejo sinais de melhoras. Agora eu pergunto, tem como não se sentir culpada??

 

E num rápido flash back 7ª série, elaboro o seguinte teorema:

Se eu não tivesse feito nenhuma das duas viagens (vamos fingir que a do Rio não era uma viagem a trabalho), ela teria ficado doentinha mesmo assim?

E mais:

Se eu optasse por “parar com esta mania de viajar”, e ela ficasse menos vezes doente, eu seria mais feliz do que com o pacote que tenho hoje “viagens sem filhos + viroses e capenguisse dos filhos na volta”??

 

Noites mal dormidas acabam gerando posts deste tipo.

 

Mudando de assunto, mas continuando no tema viagens e mães, sábado tem lançamento do Buenos Aires com Crianças – Mil aventurinhas na Terra do Dulce de Leche na Bisbilhoteca, em Curitiba. A ilustradora Eve Ferreti vai estar por lá a partir das 10h30 e depois das 15h (e eu também!)