Correria e Revista Lilica&Tigor

Ontem foi um daqueles dias em que a gente acha que não vai dar conta de tudo. Um dia de muita correria, de muito leva e trás, mas que começou com pão de queijo quentinho e terminou com um jantar comemorando os 62 anos de casados dos meus avós e o aniversário do meu pai.

Acordei 6 e pouquinho, tomei café com pão de queijo assado na hora (sobrou do aniversário da Luli), acordei as crianças, preparei mamdeira, mala da escola e lanche (com ajuda da Nilda que trabalha lá em casa). O Nuno tinha acordado as 5 e já tinha saído.

Deixei eles na casa dos meus pais. Passei o dia fora de Curitiba, trabalhando. O dia foi ótimo, trabalho rendeu, mas não deixa de ser trabalho, né? Pegamos pouca chuva na estrada na volta, mas quando chegamos em Curitiba, o mundo estava desabando: MUITA CHUVA.

Passei na casa do meu irmão para pegar a Luiza, destribui as pessoas pela cidade, passei pra pegar o Pedro e fui pra casa. Já estava anoitecendo e estavamos quase chegando em casa quando a chuva deu uma trégua. Na última ruazinha para chegar na nossa casa vimos centenas de vaga-lumes. Apaguei as luzes do carro e fui bem devagarinho olhando aquelas luzinhas piscando por todos os lados. O Pedro disse que parecia que estavamos dentro de uma Árvore de Ntal. Foi a hora mais legal do dia.

Chegamos em casa, tomei banho, o Nuno chegou e fomos todos nos encontrar num restaurante que fica na casa onde meu vô morou quando tinha 4 anos de idade. O jantar foi uma delícia.

Voltamos para casa exaustos, mas felizes.

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E estes somos nós nas revista da Lilica&Tigor, contando das nossas viagens para Foz e para o Canyon do Guartelá (Acho que nunca fiz post desta viagem!)

Sabedoria infantil

O Pedro não é de fazer muitas “tiradas”. A Mariana estes dias fez um post sobre isto, e a Paloma sempre conta as tiradas da Ciça o Isaac também começou a soltar as suas. Eu adoraria ter muitos post com “chistes” como a Mai (os post dela parecem tirinhas da Mafalda), mas a verdade é que o Pedro também é genial, mas do jeito dele (rsrsrsrs adorei chamar meu filho de geniozinho). Hoje ele veio com esta:

– Mãe, eu acho que as pessoas que vendem barato ganham mais dinheiro do que as que vendem caro.

– Por que filho?

– Aquele posto que vendeu gasolina a R$ 0,99, encheu de gente e fez fila, ele vendeu muito e ganhou muito dinheiro. Já o Wii, que a caro, quase ninguém compra. Eles não devem estar ganhando muito dinheiro.

 

PS1: Até agora não entendi o que custava 0,99 no posto, mas parece que foi um notícia que ele viu no jornal.

 

Minha filha mais nova não é mais um bebê

A Luiza passou para turma das crianças que não vão mais acompanhadas dos pais na natação. Na foto, ela é a primeira do lado esquerdo, de maiô e toquinha azul. Pela foto já dá pra ver que ela não está nenhum pouco incomodada de não nos ter por perto, ne? Em resumo: não tenho mais um bebezinho em casa. Mais uns meses ela não vai mais  usar fralda nem tomar mamadeira (vai começar a pagar passagem de avião), vai ter cada vez mais autonomia. Me sinto encerrando uma fase muito legal da minha vida (claro que virão outras, não estou deprimida, estou apenas concluindo). No começo (primeiros dias, semanas, meses tavez??) hesitei e demorei um pouco para me entregar a esta rotina e esta doação que é cuidar de bebês, mas como tive 7 anos (contando de quando o Pedro nasceu até os quase 2 anos da Luiza) para fazer isto, acabei curtindo e aproveitando muuuuiiiito. Mesmo trabalhando bastante (porque quero, porque gosto e porque preciso) aproveitei todas as fases, todas as conquistas, dar de mamar, apresentar as frutinhas, o primeiro sorriso, a primeira gargalhada, os primeiros passos, as primeiras palavras, as manhas, os sonos, as descobertas. Me sinto feliz e realizada. Mudaria muito poucas coisas.

Que venham as próximas fases.

Mãe atrapalhada

As férias de julho do ano passado foram meio traumáticas pra mim. Já no final de junho, a H1N1 virou quase terrorismo em Curitiba. Os casos de infectados iam pipocando por todos os lados e a tensão em cima disto aumentava de maneira progressiva. Choveu e fez muito frio por uns 20 dias sem parar. Encontro entre crianças em casa ou lugares públicos, como cinema, foram desencorajados. Por fim os shoppings começaram a falar em fechar. Ou seja, as crianças não tinham opções de passeios nem dentro nem fora de casa. Eu odiei.

Quando julho terminou, a situação piorou, a volta as aulas foram adiadas. TRÊS VEZES.

Foi nesta época que decidi que em julho deste ano iria para um lugar mais quente! Há uns 3 meses comecei a organizar minha viagem pro Rio. Pesquise sobre o clima, apartamentos para alugar, hotéias, programas, restaurantes, e decidi que seria uma ótima opção. Eu e o Nuno ficamos tão ansiosos que quando vimos uma promoção da TAM, compramos a passagem e reservamoos o hotel.

Duas semanas atrás, me dei conta que eu tinha marcado a viagem para uma data em que o Pedro estava em aula. E o pior, justamente a última semana. Embora ele ainda esteja no 2º ano, nesta sema ele tinha uma apresentaçnao de um trabalho que eles fizeram no último mês e a entrega de medalhas do futebol!!! Me senti super culpada (claro!!!), falei com os professores que me disseram que não tinha nenhum problema, e procurei me consolar com o fato de que a viagem seria super legal!

Mas que eu sou atrapalhada, isto eu sou!

Sorteio do livro Crianças a Bordo – Como viajar com seus filhos sem enlouquecer

O blog http://euviajocommeusfilhos.blogspot.com/ vai sortear um livro CRIANÇAS A BORDO – Como Viajar com seus filhos sem enlouquecer (que eu escrevi)! Basta seguir o blog e responder a pergunta: “Eu acho legal viajar com filhos porque…”
Eu recomendo!

Ressaca da volta da viagem (sem filhos)

A Luiza testá SUPER carentona, tipo ursinha panda, agarradinha. Vai que resolvo viajar para “BU” (como ela chama Istambul) de novo ne? Entãp é “cólo” e “mamãe” o tempo todo. E pra dormir… ai preguiça, é aquela enrolação. Ontem achei que já tava na hora de cortar (2 semanas depois da minha volta, demorei ne?) e o tempo fechou lá em casa.

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Saber das consequências da volta, faz parte de viajar sem filhos. Quando as crianças são bebê, não tem noção de horas, tempo ou distância. A gente sai e volta, eles devem sentir um vazio e nem sabem direito o que é aquilo.  Por outro lado, a medida que vão crescendo, fica mais fácil conversar, dai faço painéis, colagens, bilhetinho e surpresas para compensar minha ausência.

Uns dias antes de ir e uns dias antes de voltar, o coração fica apertado.

Mas, no fim, da sempre tudo certo. Entre Cuba, a Califórnia, Nova York, o Japão, a Malásia, o Rio, Amsterdan, rolaram algumas febrinhas e alguma manha. Mas também muitos presentinho e histórinhas sobre o banho no japão, o museu de Nova York, a neve, os camelos do deserto, as comidas diferentes e a diferença de horários. E dai, logo que chegamos de uma viagem em que não levamos as crianças, já começamos a pensar em uma, para fazer com eles!!!

Maratona na hora do almoço

11:40 o Nuno me ligou perguntando se ele passava para me pegar ou íamos em 2 carro. Pedi para ele comprar um bolo porque é aniversário da Ivone

12:05 Ouço a buzina do carro dele

12:25 Chegamos em casa. O Pedro e aLuiza estão brincando numa barraca de cobertores no jardim, os 2 estão manhozinhos porque estão meio refriados.

12:40 Começamos a almoçar (o Pedro e a Luiza já almoçaram)

12:55 Cantamos “parabéns” pra Ivone. O Pedro sopra a vela e comemos um pedaço de bolo (que está ótimo)

13:30 O Pedro cola figurinhas, escova o dente e reclama que o sapato está apertado. A Luiza chora porque bateu o banquinho na cabeça.

13:05 Saímos de casa.

13:25 No caminho da escola, paro na Pulp apra pegar um anúncio que o Pedro pediu para levar para escola e eu esqueci de pegar.

13:30 Deixamos o Pedro na escola

13:35 O Nuno me deixa no trabalho e percebo que o Pedro não levou o anúncio que era parte da lição de casa.

Frustração.

Onde vivem os monstros

Depois que o Pedro e a Luiza nasceram, vou muito menos ao cinema, e grande parte das vezes que vou, é para ver filmes infantis em 3D. Não tenho anda contra eles, pelo contrário, até gosto bastante, mas fico sempre defasada em relação aos lançamentos.

Por outro lado, assisto MUITO filmes nos vôos. MEsmo dormindo bastante e muitras vezes tendo crianças por perto, acabo vendo pelo menos 1 ou 2. Nesta última viagem vi vários! Quase morri de depressão vendo PRECIOSA (como é triste), me diverti muito com a Merryl Streep em SIMPLESMENTE COMPLICADO e assisti também AMOR SEM ESCALAS (Up in the Air), SHERLOCK HOLMES e ONDE VIVEM OS MONSTROS.

Este filme mexeu muito comigo. O Vicente já tinha dado o livronho pro PEdro e eu conhecia a história, e o direto (Spike Jonze), mas achei ele tããão doído. Talvez tenha sido a saudades do Pedro (já que vi este filme no vôo de volta), mas fiquei com muita dor no coração de ver aquele menino tentando lidar com seus monstros. Achei um filme muito adulto (considerando que tinha imaginado leva-lo para assistir). E pode ser que eu esteja completamente enganada, que as crianças vejam este filme com outros olhos… sei lá.

O título original é  WHERE THE WILD THINGS ARE, que remete ao nosso lado “selvagem”, para mim , é sobre isto que fala o filme, ainda que ele mostre monstros “fofinhos”. Gostei muito do filme, mas minha vontade era de poder abraçar muito meu filho para tentar proteje-lo dos seus monstros internos.

O livro que deu origem ao filme, foi escrito (e ilustrado – alias as ilustrações são muito bonitas) por Maurice Sendak em 1963, mas os sentimentos do menino certamente são os mesmo de um menino de 9 anos em 2010.

Meu primeiro selinho!

Recebi meu primeiro selinho e ele veio da Carol (viajandonamaternidade.blogspot.com), fiquei super orgulhosa! Nestes últimos tempos tenho conhecido muitas mães legais e me divertido com as piras, com as alegrias, com a criatividade e com os maus humores (estas coisas de mãe).

Bom, então aqui vai minha a lista dos blogs para quem vou repassar o selinho

• Fer    ninaelili.wordpress.com
• Mai  ninoyeliscrecen.wordpress
• Katia quebreaqui.blogspot.com
• Haline da babycool babycoolbrasil.blogspot.com
• Mariana do  pequenoguiapratico
• Sut-mie do  viajandocompimpolhos
• Aline, do as voltasquedoupelomundo
• Raquel Rios,  do Viajando com Crianças

Vamos viajar?

Geralmente quando falo que vou viajar com meus filhos as pessoas falam que sou louca, outras vezes me acham corajosa e me perguntam mais detalhes sobre alimentação, sobre o vôo, sobre a lingua e sobre os imprevistos. Tenho conhecido muitas mães que também gostam de viajar com (e sem) os filhos e tenho achado isto muito legal. Além de curtir os relatos, me acho bem menos ET!!! E, cada vez, tenho mais referências quado quero pesquisar sobre novos destinos (alias acho o planejamento uma das partes essenciais quando se pensa em viajar com crianças!!!)
Voltei de Amsterdan cheia de ideias e andei conversando com algumas amigas que tiveram mais ideias ainda e resolvemos criar um movimento… mais uns dias falo mais sobre isto!