Blogagem Coletiva: Meus #7links

Fui convidada pelo Diego do blog Meus Roteiros para participar da blogagem coletiva Meus #7links. A brincadeira é divertida e simples, basta selecionar alguns post de acordo com 7 critérios e depois indicar 7 outros blogs para participar. Quem começou os Meus #7links foi a Claudia, ela tem um blog de viagens muito bacana, o Aprendiz de Viajante, por isto, procurei indicar outros blogs que também falem e deem dicas de viagens.

1. Seu post mais Bonito

Sukhothai. Todos os post da viagem para a Tailiandia são muito especiais para mim. Este especialmente. Além do dia ter sido incrível, as fotos dão uma boa idéia do que foi conhecer este lugar de bicicleta!

Sukhothai: O dia mais legal da viagem

2. Seu post mais Popular

As Melhores Viagens com Crianças – Dicas

O mais popular é um post onde organizei um índice de todas as viagens que fiz com meus filhos, tanto no Brasil como no Exterior. Cada vez que conheço um destino novo com eles, atualizo o post.

3. Seu post que gerou mais discussão/controvérsia

Acho que os meus post não geram muitas polêmicas, mas tem um assunto que volta e maia alguém implica que é a questão da filiação no novo passaporte brasileiro. Como o nome dos pais não vem escrito, eu sempre recomendo que as pessoas levem também a certidão de nacimento dos filhos. Algumas pessoas argumentam que o nome dos pais está sim contida no passaporte, detro do chip. No entanto, meu contra argumento é que esta informação não está visível e disponível a quem não tem o leitor.

4. O post que ajudou/ajuda mais gente

De novo, o índice das minhas viagens com as crianças e as dicas de Foz com Crianças, onde incentivo as mães e pais a levarem seus filhos no Macuco Safari : )

cataratas

5. O post que o sucesso te surpreendeu

Dubai tem mais procura do que os da Tailândia por exemplo. Fiz 3 post das minhas viagens para lá:

Dubai para crianças

As melhores viagens com criancas: Dubai

Dubai com crianças: onde ficar

6. O post que não recebeu a atenção que deveria

O de Itacaré. Sei que não é um destino tão fácil de ser explorado, principalmente por pais acompanhados de crianças, mas acho Itacaré um lugar belissimo. No post dou dicas sobre as praias, tem várias fotos, dicas de resorts etc, mas vejo que ele tem pouco acesso.

As melhores viagens com crianças: Itacaré

7. O post que você tem mais orgulho

A série sobre Londres é muito completa. Consegui descrever com detalhes muitos passeios que todo mundo (Madame Tussauds , Trafalgar Square e Museus de História Natural) faz e muitos que poucos brasileiro costumam ir (como a Legoland em Windsor). Os post que falam dos roteiros a pé pelos pontos turístico são super úteis também para quem está viajando sem criancas. Gosto muito deles.

As Melhores Viagens com crianças: Londres – Caminhada pelos pontos turísticos parte 1

E os 7 blogs que eu indico para a brincadeira dos MEUS #7links são (a esta altura algum deles já pode ter sido convidado por outros blogs)

1. Buenos Aires para Niños da Fernanda Paraguassu

2. Café e Viagem, da Alexandra (já que o Destemperadinho já entrou na roda)

3. Chile para Crianças

4. Sai por ai

5. Tambem sai

6. 1001 Roteirinhos

7. Inventando com a Mamãe (que assim como o meu, não é um blog exclusivamente de viagem, mas ela tem muito post bacana das viagens para dividir)

Gallery

As Melhores Viagens com crianças: Londres – Caminhada pelos pontos turísticos parte 1

This gallery contains 11 photos.

Londres é uma cidade enorme, são 8 milhões de habitantes. O sistema de metrô (underground, overground e trains) circula por 6 “zonas”. Existem atrações, praques, museus, por todos os lados, as alguns dos principais pontos turísticos ficam todos pertos um … Continue reading

Paris - Jardin de Luxemburg

2 dias em Paris com crianças

Nossas férias começaram por Paris, foi uma breve passagem, mas foi super bem aproveitada. Passamos exatamente 24 horas na capital Francesa.

A viagem começou na pesquisa de hotéis, a maioria deles é pequeno e poucos tem espaço para acomodar uma família com filhos. Depois de pesquisar bastante para encontrar um lugar que tivesse espaço, fosse bem localizado e ainda por cima não fosse caro, encontrei o Royal Cardinal.

Chegamos no aeroporto Charles de Gaulle no final da tarde e pegamos o RER para chegar na cidade. Foi muito tranquilo pois já haviamos nos planejado para isto, calculando que conseguiríamos dar conta das malas+carrinho+crianças.

Deixamos as malas no quarto e fomos passear. Já eram 7 da noite, mas como é verão ainda teria sol por várias horas.

1. Quais de la Tournelle

Começamos o passeio caminhando pela borda do Sena, na Quais de la Tournelle, atravessamos a Pont de l’Archevêché e o Pedro ficou hipnotizado pelos cadeados que os caisais apaixonados deixam como jura de amor eterno.


Logo depois da ponte, entramos na Square Jean XXIII, o parque que fica ao redor da Notre Dame, continuamos caminhando pela margem do rio e acabamos encontramos um parquinho onde as crianças ficaram se divertindo um pouco.

2. Notre Dame

Em seguida chegamos na Notre Dame. Na frente da catedral havia muitos turistas, músicos, crianças correndo, um clima super gostoso.

Atravessamos a Pont Saint-Michel e voltamos para o Rive Gauché. Nossa intenção era jantar num restaurante que fica em Saint Germain de Prés. Naquela de só mais umas quadras, acabamos andando uns 20 minutos, nos perdendo um pouco mas pudemos curtir a cidade numa hora onde as calçadas estão cheias de mesinhas e pessoas animadas. Quando finalmente chegamos no endereço, uma surpresa: uma fila enooooooorme na porta!

3. Le Relais de L’Entrecôte

Antes de me desesperar fui conversar com uma pessoa que estava no comecinho da fila e perguntei há quanto tempo ele estava lá. Descobri que neste restaurante não havia como fazer reserva e que a fila, ao cotnrário do que parecia, andava rápido. Para minha (agradável surpresa) era verdade. Valeu MUITO a pena esperar. O sistema do restaurante é super prático (por isto a fila anda rápido): o cardápio só tem um prato, uma carne maravilhosa, acompanhada de uma salada com um molho muito gostoso e batata frita. Só. Precisa mais? Não mesmo. Eu por mim voltava lá sempre. As crianças adoraram, não tinha o que não gostar. A comida vem super rápido e você só precisa escolher o ponto da carne.

Le Relais de l’entrecôte
20, rue Saint-Benoît
 

Depois disto, pegamos o metro e em 5 minutos chegamos no hotel, prontos para dormir.

4. Torre Eiffel


No dia seguinte acordamos meio tarde por causa do fuso. Passamos numa boulanger, compramos baguetes, macarrons e bebidinhas e fomos conhecer a Tour Eiffel.

A fila estava ENOOOOORME, mas eu já etava preparada psicologicamente (e abastecida de comidas). Foi super bacana, o Pedro e a Luiza adoraram e tiramos muitas fotos. Lá em cima, ficamos mostrando a cidade, localiando nosso o hotel, Montmarte e o Centre Pompidou.

5. Rue Montergueil

Pegamos outro metro e fomos almoçar numa ruazinha que eu adoro e acho super charmosa, a Rue Montergueil. Nela há muitas opções de restaurantes, frutarias, chocolaterias e lojinhas de comidinhas sofisticadas. Não tivemos nenhum problema em conseguir uma refeição child-friendly mesmo fora do horário de almoço.

6. Museu George Pompidou

Depois de comer, fomos caminhando até o Pompidou, o museu estava quase fechando mas pudemos ir na exposição infantil (que é gratuita), numa instalação de fotos e ver o acervo do museu. Crianças e adultos aproveitaram muito.

A Luiza voltou para casa dormindo e eu e o Pedro acabamos comendo no restaurante que ficava em baixo do hotel.

6. Jardin des Tuileries e Louvre

Tentamos um late check out do hotel mas não conseguimos, então o jeito foi fechar as malas e sair para passear. Fomos direto para o Jardin des Tuileries.

Caminhamos da Place de La Concorde até o Louvre, com direito a correr atrás das pombas, fotos e brincadeiras.

O Pedro ficou encantado com a pirâmide de vidro na entrada do museu. A fila estava enorme e não havíamos planejado entrar. Estavamos tirando fotos e olhando a estrutura da pirâmide, quando nos viram com crianças e carrinhos, as portas se abriram e entramos. Não chegamos a visitar o museu, apenas atravessamos o salão, fomos até o outro lado onde fica a pirâmide invertida e saímos pela rua dos fundos.

Fomos caminhando pela rue de Rivoli, passamos na frente do Hotêl de Ville e voltamos para a região de Saint Germains de Prés/ Quartier Latin para comer. Escolhemos um restaurante simpático na Rue de La Harpe porque a Luiza estava com vontade de fazer xixi e estávamos com fome.

Voltamos para o hotel caminhando pela Boulevard Saint Germain, pegamos as malas e fomos para a Gare du Nord, de onde sai o trem para Londres. Nos arrependemos de não ter pego um taxi pois as bagagens haviam se multiplicado e nos atrapalhamos bastante com a troca de metrôs e os vagões lotados por causa das malas.

Foi pouco tempo, mas aproveitamos muito. Não vejo a hora de voltar : )

Correria e Revista Lilica&Tigor

Ontem foi um daqueles dias em que a gente acha que não vai dar conta de tudo. Um dia de muita correria, de muito leva e trás, mas que começou com pão de queijo quentinho e terminou com um jantar comemorando os 62 anos de casados dos meus avós e o aniversário do meu pai.

Acordei 6 e pouquinho, tomei café com pão de queijo assado na hora (sobrou do aniversário da Luli), acordei as crianças, preparei mamdeira, mala da escola e lanche (com ajuda da Nilda que trabalha lá em casa). O Nuno tinha acordado as 5 e já tinha saído.

Deixei eles na casa dos meus pais. Passei o dia fora de Curitiba, trabalhando. O dia foi ótimo, trabalho rendeu, mas não deixa de ser trabalho, né? Pegamos pouca chuva na estrada na volta, mas quando chegamos em Curitiba, o mundo estava desabando: MUITA CHUVA.

Passei na casa do meu irmão para pegar a Luiza, destribui as pessoas pela cidade, passei pra pegar o Pedro e fui pra casa. Já estava anoitecendo e estavamos quase chegando em casa quando a chuva deu uma trégua. Na última ruazinha para chegar na nossa casa vimos centenas de vaga-lumes. Apaguei as luzes do carro e fui bem devagarinho olhando aquelas luzinhas piscando por todos os lados. O Pedro disse que parecia que estavamos dentro de uma Árvore de Natal. Foi a hora mais legal do dia.

Chegamos em casa, tomei banho, o Nuno chegou e fomos todos nos encontrar num restaurante que fica na casa onde meu vô morou quando tinha 4 anos de idade. O jantar foi uma delícia.

Voltamos para casa exaustos, mas felizes.

***

E estes somos nós nas revista da Lilica&Tigor, contando das nossas viagens para Foz e para o Canyon do Guartelá (Acho que nunca fiz post desta viagem!)

Dubai com crianças: onde ficar

A família na frente do Burj Khalifa, o maior prédio do mundo

O hotel onde fiquei em Dubai, se chama Oasis Court e fica em Dubai Creek, um lugar bem pouco turístico. Não  é um lugar charmoso, mas há algumas quadras dali há um ponto do metro e o ônibus double deck (que passa pelos os pontos turísticos). Ele fica perto da parte antiga da cidade, que eu particularmente acho muito bacana, com galerias e cafés que oferecem um chá muito gostoso.

Nem cogite ficar lá, se não tiver levando carrinho para seu filho.

O ideal é ficar em algum dos hotéis na praia de Jumeirah. Os hotéis são maravilhosos, o preço deles é proporcional ao conforto.
No Jumeirah Beach Hotel por exemplo, os hóspedes tem livre acesso ao Wild Wadi, um parque aquático muito bacana que nós fomos.


Já fui jantar num dos restaurante do Madinat, outro hotel muito bacana.
Outros hotéis, como o The Atlantis, são uma atração a parte, com direito a quartos com aquários, nadar com golfinhos, parques aquáticos, praia particular, kids club, etc.

Estes hotéis são completos e funcionam como resorts. Quase todos tem a política de Day Use: mesmo que você não esteja hospedado lá, pode, mediante o pagamento de uma taxa, usufruir do hotel (piscina, praia, restaurante).

Uma opção mais barata e bastante conveniente de hospedagem em Dubai, são os hotéis dentro (ou colados) dos shoppings. No Mall of The Emirates (o shopping que tem a pista de esqui) fica o Kempinski e o Pullman (ambos 5 estrelas), e bem pertinho há um Ibis e um Suite Novotel.

No City Center fica o Sofitel City Center.

Com o metro, mesmo os hotéis da Sheik Zeid road, como o Novotel e o Ibis Word Trade Center são opções viáveis.

Transporte

• Achei o tour com o ônibus double deck super prático para quem tem pouco tempo porque passa pelos principais pontos turísticos e fica mais fácil entender a cidade.

• O metro é super novo e funciona bem, mas não para em todas as estações porque elas ainda não estão prontas. Ele é uma boa alternativa para a hora do rush, quando o trânsito em Dubai chega a ficar parado.

• As distâncias são mais longas do que parece.

Minhas recomendações para quem vai para Dubai:

• Conseguir o visto comprando o pacote por uma agência de viagens é MUITO mais fácil porque o próprio hotel emite seu visto. Se este não for seu caso, você precisa levar o documentos e emitir o visto no aeroporto de Dubai. O guichê fica no saguão da imigração. Não é complicado, mas é meio chato para quem já esta a horas viajando, com filhos pequenos cansados e com fome. O visto de turista só é emitido para quem vai ficar até 96 horas e não é barato (tem um banco ali mesmo par que seja feito o pagamento).

Se você estiver em trânsito, informe-se sobre taxas e tempo de permanência. As informações sobre estas questões são muito pouco claras, tanto na internet como nas embaixadas. As agências de viagem acabam não sabendo também porque, desde que eles façam reserva do hotel, eles não precisam se preocupar com nada. Quando liguei para o Consulado, me informaram que eu devia ligar para Emirates Airlines, porque eles sabiam melhor quais as regras do visto!!!

• Há todo o tipo de culinária em Dubai, de todas as nacionalidades. Todas as grandes redes tem uma filial lá. Mas a comida mais gostosa e mais barara que eu comi lá, foi a árabe.

• Só há bebidas alcolicas no restaurantes e hotéis bem turísticos (no hotel onde fiquei, pro exemplo, não tinha).

• Foi bem fácil achar NAN2 (fórmula) em Dubai

Os outros post sobrbe Dubai estão aqui e aqui.