Mãe atrapalhada

As férias de julho do ano passado foram meio traumáticas pra mim. Já no final de junho, a H1N1 virou quase terrorismo em Curitiba. Os casos de infectados iam pipocando por todos os lados e a tensão em cima disto aumentava de maneira progressiva. Choveu e fez muito frio por uns 20 dias sem parar. Encontro entre crianças em casa ou lugares públicos, como cinema, foram desencorajados. Por fim os shoppings começaram a falar em fechar. Ou seja, as crianças não tinham opções de passeios nem dentro nem fora de casa. Eu odiei.

Quando julho terminou, a situação piorou, a volta as aulas foram adiadas. TRÊS VEZES.

Foi nesta época que decidi que em julho deste ano iria para um lugar mais quente! Há uns 3 meses comecei a organizar minha viagem pro Rio. Pesquise sobre o clima, apartamentos para alugar, hotéias, programas, restaurantes, e decidi que seria uma ótima opção. Eu e o Nuno ficamos tão ansiosos que quando vimos uma promoção da TAM, compramos a passagem e reservamoos o hotel.

Duas semanas atrás, me dei conta que eu tinha marcado a viagem para uma data em que o Pedro estava em aula. E o pior, justamente a última semana. Embora ele ainda esteja no 2º ano, nesta sema ele tinha uma apresentaçnao de um trabalho que eles fizeram no último mês e a entrega de medalhas do futebol!!! Me senti super culpada (claro!!!), falei com os professores que me disseram que não tinha nenhum problema, e procurei me consolar com o fato de que a viagem seria super legal!

Mas que eu sou atrapalhada, isto eu sou!

Rápidas 2

Segunda a Luiza tomou as vacinas de 1 ano e meio. Na verdade, ela já está com 1 ano e 7 meses mas o pediatra recomendou que ela tomasse antes a segunda dose da H1N1, esperasse 15 dias e depois tomasse a tríplice. Quando tinham dado os tais 15 dias ela tava bem ruinzinha, com febre e eu resolvi esperar mais um semana.
Como ela tomou muitas vacinas nos últimos tempos, só de entrar na salinha, ela já se apavorou e comeu a chorar. Tadinha. Eu sofri junto!!

Eu AMO o Mãe Curitibana

Hoje fui, finalmente, dar a vacina H1N1 na Luiza. Eu já havia levado ela no Mãe Curitibana para dar vacinas, e tinha sido muito bem atendida. Mesmo assim, me surpreendi muito. Em menos de 3 minutos eu entrei, fui no balcão, dei os dados, peguei a senha, fui chamada, dei a vacina e fui embora. Foi tão rápido que ela tinha mal acabado de começar a chorar quando já viu o Nuno e ficou tranquila.

Eu amo a Mãe Curitibana.

vacina h1n1 – o assunto mais chato de todos

Segunda-feira, dia 12, sai uma liminar que permite que toda a população do Paraná seja imunizada contra a influenza A (HIN1). O Ministério da Saúde discorda e recorrerá da decisão. O Ministro afirmou que para vacinar todos (no Paraná) teria que tirar a vacina de quem tem mais chances de contrair a forma grave da doença. Este assunto é muito chato. O pior é que o inverno nem começou!!