Preparativos da festa da Luiza

Tive que adiantar a festinha da Luiza uns 10 dias. Só penso nisto, só falo nisto, estou empolgadíssima. O tema vai ser “ararinha azul” (uhuuu venci as princesas mais uma vez!). Quem faz festa em casa, sabe que a correria acaba sendo muito maior, mas eu me divirto, mesmo correndo! Meu único medo é o tempo. A previsão não é das melhores, e isto me deixa super arrazada, achando a vida um pouco injusta.

 

Quando eu estava pensando no tema da festa, acabei vendo algumas fotos de um evento que a Lollis (da Renata) decorou e amei. Então entrei em contato com ela perguntando se ela achava possível pensar em uma festa a distância, e ela disse que sim. Conversando decidimos que o tema ararinha azul ficaria super bacana. Ontem chegaram duas caixas com enfeites, forminhas, ararinhas, totenzinhos, etc, lindos de morrer… A Luiza entrou no clima e achou que o aniversário já tinha chegado, e eu comecei a sentir que a minha lista de “coisas que faltam” está diminuindo.

 

O que já está resolvido

• Doces

• Bolo (vai ser feito em casa mesmo)

• Salgados: sanduiches (farei eles em casa também)

• Encomendei paezinhos de queijo

• Fiz a lista de compras de frutas, sucos e ingredientes para os sanduiches

• Chamei uma pessoa para ajduar na recreacão

• Pula Pula

• Convites e mapas

 

O Nuno encomendou as bebidas.

 

Falta:

• lembrancinhas

• vela

• toalha

• colherzinhas

• guardanapos

 

Ufa! Acho que esta lista vai me ajudar  a não esquecer nada!

 

 

 

Colete e corcurina

A Luiza, beirando os seus 3 anos, fala pelos cotovelos e, de forma geral, bem direitinho. O sotaque paranaense dela é bem forte (o Pedro segue mais o padrão Jornal nacional, sem puxar para nenhum estilo específico). Ela marca bem os “E”s finais no leitE, quentE, frentE, etc.

E coloca alguns, em palavras que não tem, como no próprio sobrenome: ao invés de falar PAPP ela fala PAPPE

Como toda crianca, ela tem um vocabulário próprio, tem duas palavrinhas que eu me derreto quando escuto: uma delas é “colete”para adesivo (para quem não entendeu, é uma derivação do verbo “colar”) e a outra é “corcurina”, para purpurina.

É tão fofo que, as vezes, eu queria que ela nem aprendesse que este não é o jeito certo.

Festa Junina de um e de outro

Este final de semana começou com festas juninas. A da Luiza foi no final da tarde de sexta. Ela já foi para escola de caipirinha. Na minha opinião de mãe, ela estava muuuuiiiito fofa. O vestido que ela usou era um vestido meu (que não era de festa junina mas que funcionou super bem para a ocasião). Considerando que o vestido tem mais de 30 anos dá para perceber que minha mãe é super cuidadosa com as coisas. né?

No final da tarde, a família toda – pai, mãe, avós, irmão –  foi para escolinha dela. A dancinha foi rápida mas foi muito fofinha. Depois fomos para o pátio de areia comer pé-de-moleque, cachorro-quente e paçoquinha.

A prima Fernanda, que também estuda no Gente Alegre e o avô orgulhoso das netas

O Pedro ficou super orgulhoso da irmã e reviu a professora do maternal e as diretoras da escola.

Com o pai e com o irmão

No dia seguinte fomos na festa do Pedro. Eu sempre curti muito a festa junina do Anjo da Guarda. Continuei indo mesmo depois de não ser mais aluna da escola (aliás isto é uma tradição da festa, mais de 200 ex-alunos passaram por lá ontem).

A Luiza repetiu o figurino do dia anterior

A festa é super animada e autêntica. São os alunos que fazem os painéis com personagens folclóricos, as brincadeiras são muito simples e as prendas são sacolinhas ecológicas, pincéis, massinha, tudo muito lúdico.

O tema da festa era os seres imaginários do folclore, o Pedro dançou o Saci. Ele parecia estar se divertindo muito.

Bem no finzinho da apresentação a Luiza invadiu a quadra, e ficou brincando entre as crianças…

A prima Fernanda apareceu por lá também, as duas ficaram brincando com as prendas que a Luiza ganhou na pescaria enquanto o Pedro simplesmente desapareceu na escola, brincando muito com os amigos.

Luisa num arranjo para Bandoneon

O nome da Luiza é inspirado na música Luisa do Tom Jobim, que nós amamos. Quando ela tinha quatro meses, um amigo nosso, o Ramiro, fez uma versão maravilhosa da música e nos mandou. O Ramiro é casado com uma super amiga minha, a Mai. Eles são argentinos (os dois moraram aqui no Brasil por um tempo) e ele toca bandoneon MUITO bem. Da vontade de chorar ouvindo ele tocar. Ele está sempre em turnês pelo mundo, espanhando a música dele. E esta semana ele vai estar em São Paulo, no auditório do Ibirapuera, tocando com a orquestra sinfônica, justamente arranjos de música brasileira para o Bandoneon. Imperdível

 

 

Auditório Ibirapuera
Sexta e sábado às 21horas

 

 

 

a tristeza e a destreza

Combinei com o Pedro que se o Coxa fosse para final, eu deixaria ele assistir. Ele dorme as nove e meia e como os jogos na quarta-feira começam depois da novela, ele nunca podia assisitir. Dai o time dele foi para final e ele pode ficar acordado neste dia. Tadiiiiiiiiiiiiinho. Me deu muita pena ver ele realmente sofrendo por causa do time. Eu já tava xingando todos os jogadores, e ele defendendo até o fim. Fiel.

No dia seguinte acordou doentinho. Por causa do frio, da chuva, da mudança de clima, ressaquinha por dormir tarde… mas acho que também de tristeza.

Nesta mesma noite a Luiza apareceu no nosso quarto, no meio da madrugada. Detalhe: ela dorme no berço. Ou seja, ela acordou, pulou o berço, subiu as escadas, abria a porta e foi no nosso quarto. De manhã fui com ela no quarto e perguntei como ela tinha saído e ela me mostrou. rsrsrsrs

Acho que está na hora de baixar a grade.