Cape Town para crianças – Africa do sul

Uma cidade onde todos são gentis e sorridentes não podia decepcionar em relação ao tratamento com as crianças: Cape Town (Cidade do Cabo) é cheia de mimos para os pquenos!

Começou no avião: fomos para Africa do Sul de South Africa Airlines, quando vi que a cia áerea tinha um kit para crianças, pedi 2, um para o Pedro e um para a Luiza e eles trouxeram na hora.

A cidade tem vários parquinhos e muitos restaurantes tem menu kids. Os aeroportos e os banheiros tem trocador, e nos supermercados foi super fácil achar leites em pó, fórmula e papinha.

Pontos Turísticos

No Victoria and Albert Waterfront, o porto que fica no pé da Table Mountain, há um shopping com banheiros equipados, lojas infantis, restaurantes e o Two Oceans Aquarium.

O Jardim Botânico, Kirstenbosch National Botanical Garden, é lindo e fica atrás da Table Mountain. O dia estava bem feinho quando fomos lá, mesmoa ssim havia diversas famílias brincando e fazendo picnic no gramado.

Os animais

Capetown não é o local indicado para safaris e para ver os BIG 5 (BIG FIVE são os cinco grandes mamíferos encontrados na Africa: Leão, leopardo, elefante, bufalo e rinoceronte) na verdade, até existem, mas eu acredito que ir num safari perto da Cidade do Cabo é mais ou menos equivalente a ir a um zoologico no Brasil. No entanto, vimos diversos animais bem diferentes do que encontramos por aqui. No caminho do Cabo da Boa Esperança, por exemplo, é possível ver MUITOS babuínos na beira da estrada. (Não éa conselhado brincar com eles pois eles podem ser agressivos).

O dassie (pamen!) é um parente próximo do elefante e adora tomar banho de sol!

Na volta do passeio, demos uma parada na cidadezinha de Boulders, onde há uma reserva de pinguins. Não chegamos a entrar na reserva, mas mesmo assim pudemos ver os bichinhos e seus ninhos.

As praias

Outro programa perfeitos para famílias com crianças são as praias, a areia é branca e o mar transparente! O único detalhe é que a água é MUITO fria!

A região dos vinhedos

Tivemos uma surpresa agradável na região dos vinhedos, além da maioria, ser encantador para adultos, ainda há uma estrutura simpática para as crianças. O La Motte (Franschhoek Main Road) é um dos mais sofisticados e, além de menu kids, conta com um jogo de xadrez gigante e uma área, embaixo das árevores para as crianças brincarem.

A cidade de Stellenbosh é toda bonitinha e também tem muitos cafés e lojinhas simpáticas. Para as crianças, a principal atração é o museu das miniaturas.

Stellenbosch Toy and Miniature Museum

Market Street (Behind Visitors’ Bureau)

rio, livro e febre

Eu amo o Rio, não me canso de falar isto. É uma cidade que me tira o fôlego, me inspira. Nos último dois anos tenho ido muito pra lá. Com e sem filhos. É sempre uma delícia. Desta vez fui sem. Foi rápidinho, mas valeu a pena. Cheguei lá no começo da tarde de sábado, o tempo estava maravilhoso, caminhei, almocei, descansei. Quando falei com o Nuno, fiquei sabendo que  a Luiza estava com febre. Bateu a culpa (afinal mesmo que minha viagem fosse a trabalho, eu estava, de fato, adorando) e a insegurança ( será que eu devia cogitar voltar, será que vai passar, será que é mesmo virose, será que pode ser algo grave???).

Fiquei algumas horas sem nenhuma notícia deles porque acabou a luz na minha casa e dai o telefone não pega (quando eu falo que moro no mato, não estou exagerando).

O motivo da viagem era o lançamento do livro Buenos Aires com Crianças – Aventurinhas na Terra do Dulce de Leche. Foi uma oportunidade de conhecer pessoas muito legais, entre elas, a própria autora do livro, a Fernanda Paraguassu. Nos demos super bem, além de ela ter um blog e agora um livro com dicas , ela é muito bacana! No lançamento também conheci (pessoalmente, por que no Twitter já somos amigas faz tempo rsrsrs) a Eliane, do 1001 Roteirinhos. E pude rever outras amias que conheci depois que passei a frequentar a blogosfera de mães: a Chris, do Inventando com a mamãe a a Cynthia da Kids In (que foi responsável pelo evento de lançamento do livro).

A Ferndanda (Buenos Aires para Ninos), a Eliane (1001 Roteirinhos) e eu

Eu e a Cynthia da Kids In

A Eliane (1001 Roteirinhos), a Chris (Inventando com a Mamãe) com a Sofia e eu

Enfim, foram 30 horas super gostosas no Rio. Quando voltei, meia noite e meia, a Luiza continuava ruinzinha e com febre. Passou a noite com febre e , quando acordou, continuava manhozinha, nem foi pra escola! Já fui no pediatra e ela vai ter mesmo que tomar antibiótico. Acho que em 2, 3 dias, ela vai estar toda serelepe de novo!

Vambora para Buenos Aires com as crianças?

Para quem ainda não viu no blog da Carol, da , da Vanessa, da Alexandra, no 1001 Roteirinhos, no Eu Viajo com Meus Filhos, ou no blog da N Magazine, domingo que vem, dia 20 de fevereiro, será lançado mais um guia super bacana para pais que, como eu, amam viajar e adoram levar seus filhos junto. O guia Buenos Aires com Crianças – Aventurinhas na Terra do Dulce de Leche foi escrito pela jornalista Fernanda Paraguassu, autora do blog  Buenos Aires para Niños, que deu origem ao livro.

A Fernanda é carioca descobriu cada cantinho de Buenos Aires porque morou lá. Ela vai estar no lançamento autografando os livros na Livraria Travessa do Leblon, a partir das 16hs!

Eu já fui para Buenos Aires com o Pedro quando descobri que estava grávida da Luiza, o Pedro tinha 4 anos. Fomos no zoologico, passeamos muito e ele adorou andar de metro. Agora estou morrendo de vontade de ir de novo.

As melhores viagens com crianças: Itacaré

Fomos para Itacaré num Ano Novo, quando o Pedro tinha 4 anos e meio. Estávamos em 7 pessoas, e escolhemos alugar uma casa ao invés de ficar num hotel. A casa era simplesmente um sonho (um hotel do mesmo nível seria bem mais caro) e tinha serviço de quarto, então tínhamos privacidade e conforto sem gastar demais.

A casa ficava num lugar bem prático (Concha). Para quem não está em excursão e pretende conhecer as praias e fazer as trilhas é indispensável se programar um pouco. Para chegar em algumas praias, além das trilhas, é necessário usar algum meio de transporte. Nós não alugamos carro, neste caso, basta ir em uma das dezenas de agências de viagens (tem uma a cada 50 metros) e agendar para que uma van te leve até a trilha. Geralmente um guia da agência faz a trilha com você. Caso você esteja com crianças pequenas, ele acaba ajudando a levar a criança na garupa.

As trilhas variam bastante de praia para praia, algumas são bem abertas, algumas são curtas, outras longas, mas TODAS valem muito a pena. Quanto mais difícil o acesso, menos estrutura e menos gente.

Praias:

Fomos em uma praia diferente por dia, talvez eu tenha trocado o nome de uma pela outra, mas garanto que todas são paradisíacas.

Coroinha: é a praia da vila, de onde saem os pescadores, cheia de barquinhos. Dali saem alguns passeios para a cachoeira e para o mangue.

Concha: onde passamos o ano novo. É estreita e sem graça. Apinhada de gente, música alta, bem turistona. No cantinho fica a ponta do Xaréu, um lugar bem bacana para ver o pôr-de-sol.

Resende: Dava para ir a pé da nossa casa, é uma boa caminhadinha, mas pela rua mesmo (não é uma trilha). A praia é muito bonita, com coqueiros enormes, água transparente e calma e abacaxi descascado na hora. No final da tarde há várias rodas de capoeira.

Tiririca: é um pico de surf bem bacana, mas não deixa de ser uma praia gostosa para famílias. Minha mãe se queimou com uma água marinha nesta praia, então ficamos meio traumatizados.

Praia de São José: é maravilhosa, um praião, sem estrutura, areia branca e a sombra dos coqueiros. Alguns resorts como Itacaré eco Resort ficam ali, mas não dá para ver da praia. Não tem estrutura nenhuma: só água de coco, abacaxi cortado na hora.

Prainha: um pedaço do paraíso, é considerada uma das praias mais bonitas do Brasil. Para chegar lá é necessário andar 40 minutos por uma trilha que começa na praia da Ribeira.

Siriaco: Uma mini praia, muito bonita, 10 minutos de caminhada da Ribeira.

Praia do Jeribuacu: Para chegar lá é necessário passar por uma trilha que fica numa fazenda (particular). Não tem estrutura nenhuma: além da água de coco e do abacaxi cortado na hora, só e tapioca de queijo. Como o acesso é difícil, ela está quase sempre meio deserta.

Itacarezinho: longa, tem restaurante com estrutura. Uma filial da creperia Tio Gu fica ali durante a alta temporada.

Praia da Engenhoca: A trilha de acesso à praia é considerada uma das mais bonitas e tem vários pontos de onde é possível observar o costão rochoso e o mar. Só pode ser feito a pé passando por uma área particular. A trilha tem início no km 12 da  a estrada que liga Itacaré a Ilhéus.

Restaurantes

A rua principal se chama Pedro Longo. Ela é cheia de barzinhos e restaurantes, comi bem em vários deles, escolhidos aleatoriamente. À noite a rua vira um agito e as lojinhas abrem.

No supermercado que fica no fim da rua eu comprei a melhor granola que eu já comi na vida !

A Creperia é bem gostosa.

Fui num restaurante que eu amei, pela comida e pela decoração, mas quando fui procurar o link para incluir aqui, descobri que ele não existe mais!! O nome era Dedo de Moça, parece que as moças agora se mudaram pra São Paulo!

Resorts

Para quem não curte alugar casa, Itacaré tem dezenas de opções de pousadinhas e alguns resorts excelentes, de forma geral eles são charmosos e caros. Nunca fiquei, mas acredito que  Txai e o Itacaré Eco Resort sejam bem gostosos.

Para ver outras viagens, clique aqui.

Trapalhadas de Mãe

Eu sou uma pessoa atrapalhada. Eu tropeço na rua, desligo fios da tomada sem querer, falo com as mãos e derrubo copos na mesa. Justamente por saber como eu sou, tento me organizar muito em tudo o que diz respeito a viagens: faço listas, junto documentos, arrumo a mala com antecedência. Não porque isto é natural em mim, mas porque sei que se deixar para última hora esqueço coisas importantes. Messsssmo assim, uma atrapalhada ou outra acaba acontencedo.

Cadê a mala

Uma vez, quando o Pedro era pequeno, fomos para Camboriu e quando chegamos lá vimos que tinhamos esquecido a mala dele. Depois de passado o momento em que um empurra a culpa para o outro, saímos para comprar o essencial (cuequinhas, um shorts e duas camisetas). Estavamos felizes e contentes fazendo nossas comprinhas (Camboriu é u ESPEtáCULO para roupinhas básicas de crianças) quando encontramos um amigo. Este amigo não tem filhos e é o EXEMPLO de pessoa organizada. Ele NUNCA esqueceria a mala do filho. conversa vai, conversa vem, contamos que estavamos comprando algumas coisinhas pro Pedro porque esquecemos a mala dele. Ele ficou visivelmente chocado (“que tipo de pais são essses que esquecem a mala do filho???”). Até hoje ele fala sobre isto quando nos encontra.

Esta mochila estampada foi a mala de mão que substituiu a que foi esquecida

Cadê a mala – parte 2

Alguns anos depois, quando a Luiza tinha 6 meses, fomos para Disney. (Eu ainda não conhecia a técnica de contar quandtos itens estou caregando). A mala de mão da Luiza, aquela que eu ia carregar no avião por 8 horas, estava completinha: fraldas noturnas, mamadeiras, roupinhas extras, travesseirinho, casaquinho, chupeta, fraldões para possíveis acidentes, lencinhos umidecidos, pomada, antitérmico, termometro, enfim, tudo que uma criança de 6 meses pode precisar durante um voo internacional. Tudo que uma mãe prevenida e que sabe viajar poderia levar para um bebê de 6 meses.
Esta mala ficou em cima da cama.
Provavelmente por culpa minha. Mas de que adianta achar o culpado nestas horas?

Senti falta da mala quando cheguei no aeroporto. Sabe aquelas cenas de familia abrindo mala no meio do sagão? Era eu, tirando roupa da mala que seria despachada para refazer a mala de mão. Depois passamos na farmácia (super equipada rsrs) do aeroporto para comprar os itens essenciais e lá fomos nós.

Tem NAN 2 na Tailândia? E em Dubai??

Quando fui para Tailandia e para Dubai a Luiza já tomava NAN2. Nem passou não levar o leite daqui. Calculei o número de mamadeiras que ela iria tomar e levei MUITAS latas de leite. Na longuissima viagem até a Tailandia, ela não quis saber de comidinhas do avião e eu fiquei dando leite para ela por dias seguidos. Quando cheguei lá, já sabia que o leitei que eu tinha levado não era o suficiente.

Eu estava em Phi Phi, uma ilha sem grandes estrutura longe de tudo. A lingua oficial era a mímica. Comecei a procurar leite em qualquer vendia que eu via, mas é claro que as latas estavam todas escritas em Tailandês e meus conhecimentos de mímica não eram o suficiente. Resolvi deixar para procurar de novo em uma cidade um pouco maior. Encurtando muitas idas a 7/11 acabei encontrando uma lata de NAN 2. Todas as informações estavam na grafia deles menos NESTLE, NAN e 2. Na volta até fiz um post sobre este episodio.

Em resumo, como viajo bastante, muitas atrapalhadas acontecem, doenças antes da viagem, vômitos a caminho do aeroporto, no carro na entrada da cidade, roupas que soltam tinta, mamadeiras e chupetas que desaparecem, pouca ou nenhuma estrutura para crianças, esquecer shampoo, viajar sem fralda (né Roberta), esquecer documentos... acontece com todo mundo né?